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Macaé: petróleo e desenvolvimento



Com uma economia que cresceu 600% nos últimos dez anos – mais do que a da China – Macaé é uma cidade em constante evolução. Por conta do desenvolvimento da indústria do petróleo e gás, especialmente a partir da quebra do monopólio estatal, em 1997, a cidade hoje é bem diferente da vila de pescadores dos anos 70.

O crescimento da indústria do petróleo provocou o aumento populacional, com a chegada de gente de todo o país e do mundo para trabalhar em Macaé. A população triplicou – são 206.748 mil habitantes, de acordo com dados do IBGE, estimativa feita com base no Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Dez por cento da população é de estrangeiros. A Bacia de Campos – onde se localiza Macaé – é responsável por 80% da produção de petróleo e 47% da produção de gás natural do país.

Macaé é a primeira cidade do estado e a primeira do Norte Fluminense em desenvolvimento. Este é o resultado da pesquisa feita pelo sistema da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que calcula o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM). A pesquisa foi realizada com o aval do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Fundação Centro de Informações e Dados do Rio de Janeiro (Cide).

O desenvolvimento de Macaé ocorre, de acordo com a pesquisa da Firjan, nas esferas de educação, saúde e trabalho e renda. A região Norte Fluminense representou em 2006, segundo fontes da Fundação Cide, 48,4 % do Produto Interno Bruto (PIB) industrial do estado do Rio de Janeiro. Além disso, nessa região, de acordo com dados fornecidos pelo IBGE, aconteceram 44,3% do número de empregos com carteira assinada na indústria fluminense.

A participação na economia no ano de 2006, segundo pareceres da Fundação Cide e do governo do Estado do Rio de Janeiro, se realiza na nossa região considerando que 23,3% se dá no setor de petróleo e gás; 16,7%, na indústria de transformação; 5,9% (construção civil) e em outros setores econômicos, 3,7%.

De acordo com o IBGE, o PIB per capita do município é de R$ 42 mil.

 

Macaé é a nona melhor cidade do Brasil para trabalhar

Macaé é a nona melhor cidade do Brasil para fazer carreira, segundo divulgação da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no início de agosto de 2008. Levantamento feito em 127 cidades, considerando os municípios mais populosos e com maiores depósitos bancários à vista, avaliou três indicadores: vigor econômico, serviços de saúde e educação. O Produto Interno Bruto (PIB) municipal, divulgado em 2006 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e puxado no município pelo arranjo produtivo do petróleo e gás, também foi avaliado.

Do estado do Rio de Janeiro, Macaé aparece atrás apenas da capital, Rio de Janeiro, que emplacou o segundo lugar. Macaé aparece na frente de cidades como Curitiba (PR), Campinas (SP), Santos (SP), Niterói (RJ), São José dos Campos (SP) e de capitais como Florianópolis (SC), Salvador (BA), Natal (RN) e Maceió (AL).

Quando são analisados os municípios do Sudeste, Macaé aparece em sétimo lugar no ranking das melhores cidades, atrás apenas das metrópoles São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES) e dos municípios Barueri (SP), São Caetano do Sul (SP) e Belo Horizonte (MG). Essa foi a oitava edição da pesquisa “As cem melhores cidades para fazer carreira”, coordenada pelo professor Moisés Balassiano, da FGV.

Segundo o Ministério do Trabalho, Macaé atingiu 103.159 pessoas com carteira assinada no ano de 2008, o que representa 48% da população.

 

Macaé foi considerada a cidade mais dinâmica do Estado do Rio de Janeiro e a segunda do país

Além disso, em junho de 2008, Macaé foi considerada a cidade mais dinâmica do Estado do Rio de Janeiro e a segunda do país. A informação consta na nona edição do Atlas do Mercado Brasileiro. Os critérios para avaliação dos municípios incluem investimentos sociais feitos em 2007 em saúde, educação, habitação, ciência e tecnologia e capacidade de compra.

O levantamento dos 300 municípios mais dinâmicos do país foi feito pela Florenzano Marketing e mapeou o perfil de consumo dessas cidades, que concentram 72% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Nos dez primeiros colocados, o crescimento da renda per capita foi de 30% no ano passado, o que significa mais geração de emprego e mais potencial de consumo para o trabalhador.

 

Macaé é a cidade com maior desenvolvimento municipal do Estado do Rio

Os investimentos em educação, saúde e geração de emprego e renda impulsionaram a conquista de Macaé como a cidade com o maior Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) do Estado do Rio segundo divulgação feita em no início de agosto de 2008. Além de liderar o ranking fluminense, Macaé e Niterói foram as únicas duas cidades do Estado a aparecerem na lista dos cem municípios com maior crescimento do Brasil. Em 2000, Macaé ocupava a 45ª posição. Com os novos investimentos, a cidade conquistou a 34ª posição, subindo 11 lugares.

Os dados foram divulgados pela Federação dos Municípios do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), que realizou uma pesquisa com os 5.564 municípios brasileiros. O destaque de Macaé e Niterói na lista, deixando para trás a capital do Estado, deram representatividade fluminense na lista das cem cidades mais desenvolvidas do país. No entanto, Niterói, por pouco, não fica fora da lista – a cidade ficou no 97º lugar.

Em comparação com os 5.564 municípios brasileiros, Macaé está em 686º lugar no setor de educação. Na saúde, em comparação com todo o país, o município aparece em 640º lugar e na geração de emprego, a cidade conquistou o décimo-primeiro lugar. O IFDM, que varia entre 0 e 1, em Macaé, contabilizou 0,8729.

 

Macaé está entre as cem melhores cidades da América Latina 

Em 28 de maio de 2008 Macaé recebeu a Certificação Internacional Município e Cidadania, na categoria 100 melhores cidades da América Latina. O certificado, concedido pela Associação Nacional de Municípios Produtores (Anamup), foi baseado no crescimento econômico de Macaé nos últimos três anos.

O evento é organizado pela Organização Brasil Américas. O principal critério usado para a certificação está no aumento da arrecadação de tributos como Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) e Imposto Sobre Serviços (ISS), que cresceram a partir de ações como a reformulação do Código Tributário do município e a implantação do sistema de Nota Fiscal Eletrônica.

Entre os impostos, o ISS, em 2010, teve arrecadação de R$ 301.861.398,55 milhões. Em janeiro de 2011, a arrecadação do tributo foi de R$ 29.040.516,96 milhões. Em relação ao ICMS/IPM, a arrecadação saltou de R$ 140,9 milhões em 2007 para R$ 287.301.707,50 milhões em 2010. Já em janeiro de 2011 a arrecadação foi de R$ 33.015.432,25. Para aumentar a arrecadação do IPTU, imposto que sempre teve uma representação pequena dentro do orçamento, a prefeitura fez em 2006 o recadastramento imobiliário. Resultado prático da ação: a arrecadação dobrou. Em 2004, O IPTU representou R$ 2,7 milhões para os cofres públicos. Em 2007, foram R$ 7,2 milhões. Em 2009 foram R$ 9.594.652,41 milhões e em 2010 foram R$ 11.020.849,83 bilhões.

 


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