Prefeitura Municipal de Macaé

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Procon e Vigilância Sanitária orientam alunos do curso de beleza

2018-11-13 17:44:00 - Jornalista: Equipe Secom
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Foto de pessoas presentes no curso
Foto: Rui Porto Filho
Cento e cinquenta futuros profissionais participam da capacitação

Para orientar sobre assuntos como direitos e deveres e higienização de salões de beleza, a Prefeitura de Macaé ofereceu, nos períodos da manhã e da tarde, desta terça-feira (13), no auditório do Centro Administrativo Luiz Osório, o curso "Boas Práticas para Salão de Beleza". Cerca de 150 futuros cabeleireiros, manicures, barbeiros e designers de sobrancelha, alunos do Centro de Educação Tecnológica e Profissional (Cetep) da Secretaria de Educação, são alvo dos ensinamentos dos órgãos parceiros.

Estão unidos para a realização desse workshop a Procuradoria Adjunta de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), a Coordenadoria de Vigilância Sanitária (Covisa) e o Cetep. A instrutora e coordenadora do Setor de Beleza do Cetep, Andreia Britto, ressaltou que os futuros profissionais de beleza estão refletindo durante as palestras a respeito de temas importantes como honestidade, visão profissional e responsabilidade no relacionamento com o público.

O responsável pelo Setor de Farmácia da Covisa, Vágner de Souza, disse que o conteúdo que a equipe dessa área passou para o público no auditório do Cealo foi entre outros: esterilização, descontaminação, desinfecção de materiais em estabelecimento de beleza, estética e similares. Já a advogada e assistente administrativa do Procon, Ully Hashimoto, afirmou que os ensinamentos proferidos pelo órgão abordam direitos e deveres dos futuros trabalhadores na esfera de beleza tanto como consumidores, como fornecedores.

"Ainda os habilitamos sobre a obrigatoriedade de afixação de preços e a proibição de venda casada - quando se condiciona a distribuição de produtos ou serviços aos consumidores, vinculados à compra de outro item ou trabalho", disse Ully. Acrescentou que também é necessário haver no estabelecimento de beleza um livro de reclamações, no qual o consumidor registra sua insatisfação, além da exigência de estar à disposição deles um exemplar do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Aluna do curso, Roseli Pinho já se formou em barbeira e está aprendendo cabeleireiro básico. Informou que os ensinamentos do Procon e da Vigilância Sanitária a ajudaram bastante. "As instruções colaborarão quando abrir meu salão; são úteis em termos técnicos e práticos. Também me orientaram a lidar com o público consumidor de meus serviços, de modo que eu proporcione a meus clientes satisfação e realização", conclui.

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