A aula inaugural do curso de Biomedicina aconteceu na tarde desta terça-feira (10), no Nupem/UFRJ-Macaé e contou com a presença do prefeito Welberth Rezende; do reitor da UFRJ, professor Roberto Medronho; do decano da UFRJ, Irnak Marcelo Barbosa; da diretora do Nupem/RJ-Macaé, Cíntia Monteiro de Barros e da Secretária Executiva de Ensino Superior, Iza Vicente.
O prefeito Welberth Rezende agradeceu a parceria com a UFRJ.
“É um prazer estar aqui hoje. A UFRJ é uma grande parceira para que possamos tomar decisões importantes amparadas por um parecer técnico, principalmente no período Covid, onde Macaé foi a melhor cidade no combate à doença e isso fez toda diferença durante a pandemia que diminuiu o número de mortalidade. Outra decisão foi sobre a questão da invasão de águas na Fronteira, onde a praia é erosiva, já estamos retirando as famílias desses locais para outras casas. Estou muito feliz de estar participando dessa aula inaugural. Recentemente a Prefeitura comprou uma área aqui ao lado para ampliar o Nupem e vamos ampliar a UFRJ na Cidade Universitária em mais dois blocos, que servirá para o curso de Enfermagem, Nutrição fazer uma parte atlética e avançar para que tenhamos outros cursos”, pontuou.
O reitor Roberto Medronho destacou a parceria de longa data entre a Prefeitura e a UFRJ.
“O prefeito acredita na ciência e na educação e isso foi muito importante para o desenvolvimento em nosso país. Estou muito feliz em estar aqui e quero mostrar como a gente pode utilizar a Inteligência Artificial, para que possamos prever pandemias, como vou mostrar para vocês. É um prazer enorme estar aqui”, disse.
O tema da aula foi “Pandemias e IA”, em que o professor Roberto mostrou um pouco da história das pandemias no mundo, como a peste negra, gripe espanhola e a que assolou recentemente todo o mundo, a da Covid 19.
“A questão é quando teremos uma nova pandemia, pois ainda temos muitos vírus que não são conhecidos. Há muitas doenças emergentes e reemergentes como Ebola e Chicungunha”, disse.
Ele acrescentou ainda sobre as doenças de animais que são transmitidas para o homem e como a sociedade pode ganhar tempo antes do próximo evento, utilizando a Inteligência Artificial.
“Em um mundo conectado o tempo importa. A IA pode transformar sinais dispersos em alertas utilizáveis antes da disseminação em grande escala, detectando padrões anormais mais cedo e integrando múltiplas fontes de dados em tempo real. Estima o risco de propagação antes do colapso assistencial”, explicou.
A aula inaugural contou ainda com a presença das vereadoras Mayara Rezende, Leandra Lopes, professor Chico Esteves, entre outras autoridades do governo municipal.