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Comitiva de Macaé conheceu de perto a estrutura e as práticas da unidade
Mais um passo foi dado rumo à construção de uma Macaé cada vez mais inclusiva. Na semana passada, uma comitiva da Prefeitura realizou uma visita técnica à Escola Municipal Especializada Geny Carvalho Trindade, em Betim (Minas Gerais), primeira unidade da cidade idealizada para atender estudantes que necessitam de suporte intensivo.
A viagem foi uma iniciativa estratégica da Coordenação-Geral de Políticas para Pessoas com Deficiência de Macaé, com a participação de representantes das Secretarias Municipais de Educação, Saúde, Desenvolvimento Social e Governo. Durante a visita, os agentes puderam conhecer de perto a estrutura, a proposta pedagógica e as práticas da unidade, que se tornou referência no atendimento educacional especializado.
A equipe foi recebida pela secretária municipal de Educação de Betim, Marilene Pimenta, que apresentou detalhes da proposta de trabalho. A escola atende estudantes com deficiência matriculados no Ensino Fundamental I e II, especialmente aqueles que apresentam maior necessidade de suporte.
Na ocasião, a comitiva também visitou a Casa do Autista de Betim, que oferece atendimento multidisciplinar a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus familiares, e o Salão do Encontro, instituição que desempenha papel importante nas áreas de assistência social, educação e acesso à cultura. A equipe também participou de uma reunião na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (SEDES-MG).
O secretário Adjunto de Educação Básica de Macaé, Adalmir Cardoso, acredita que a busca por excelência na educação exige olhar para além dos nossos muros e aprender com boas experiências.
“Conhecer o trabalho inclusivo desenvolvido em Betim reforça o compromisso da SEMED Macaé em investir continuamente em ambientes escolares equitativos, acessíveis e preparados para acolher cada estudante em suas particularidades”, afirma.
“O modelo da escola administrada pela gestão municipal de Betim me mostrou o poder da integração, ao reunir agentes das áreas de saúde, educação e assistência social atuando juntos em um mesmo ambiente. Mais do que conhecer uma estrutura técnica, essa vivência reforçou a importância do acolhimento, do senso de pertencimento e do impacto positivo que esse trabalho pode gerar na vida das famílias. Inclusive, já pactuamos um retorno técnico à localidade, em meados de julho do próximo ano, para acompanhar de perto os resultados práticos dessa implementação e trazer para Macaé os melhores indicadores”, afirma Caroline Mizurine, coordenadora-geral de Políticas para PCD de Macaé.