
Foto: Moisés Bruno
O evento, realizado no posto 2 da Praia dos Cavaleiros, contou com a presença do prefeito Welberth Rezende
A Prefeitura de Macaé participou, nesta quarta-feira (21), da solenidade de abertura do Projeto Botinho 2026, considerada a colônia de férias gratuita mais tradicional da América Latina. A iniciativa é uma parceria entre o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), o Sesc-RJ e a administração municipal, sem fins lucrativos, e atende crianças e adolescentes de 7 a 17 anos.
O evento, realizado no posto 2 da Praia dos Cavaleiros, contou com a presença do prefeito Welberth Rezende, do comandante do 9º Grupamento de Bombeiro Militar (9º GBM), coronel Luciano da Costa Castilhos, além de autoridades, instrutores do projeto, familiares e alunos participantes.
Criado em 1964, o Projeto Botinho tem como principal objetivo promover a convivência amistosa e segura, incentivando a cultura de prevenção de afogamentos e acidentes marítimos, a compreensão integrada do meio ambiente e a melhoria da qualidade de vida das crianças e jovens.
Em um momento simbólico da cerimônia, o prefeito Welberth Rezende homenageou o comandante Castilhos, colocando em seus ombros as divisas de coronel, celebrando sua promoção.
“É um orgulho para todos nós. Em Macaé, faço minhas homenagens pelo trabalho realizado diariamente nas praias da cidade. Conheci Castilhos quando ainda era major e hoje, como coronel, fico muito feliz em participar deste momento”, destacou o prefeito.
“O Corpo de Bombeiros cresce com esse tipo de parceria e cuida da nossa cidade. Fico feliz em testemunhar o reconhecimento e o avanço da corporação no município”, ressaltou o prefeito. Dirigindo-se aos alunos, ele completou: “Vocês estão no lugar certo. Vão sair daqui sabendo muito sobre o mar”.
“É um projeto alegre, de aprendizado, onde se constroem grandes amizades. Muitos entram ainda pequenos, passam por todas as faixas etárias do Botinho e alguns, inclusive, seguem a carreira de bombeiro militar”, afirmou. Ele também saudou as famílias, os oficiais do grupamento, os instrutores do projeto e os bombeiros, chamados por ele de “heróis do dia a dia”.