Prefeitura Municipal de Macaé

Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade

Curso do Nova Vida proporciona visão profissional a adolescentes

2018-03-22 16:33:00 - Jornalista: Equipe Secom
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Foto de jovens com uniforme do Programa Nova Vida em sala de aula
Foto: João Barreto
Aulas contribuem para aprimoramento profissional e ampliação da visão do mercado de trabalho

O Programa Nova Vida está promovendo para seus membros o curso "Noções básicas de rotinas administrativas". Nesta quinta-feira (22), em sala da Secretaria Adjunta de Qualificação Profissional, no antigo Cetep, tiveram início as aulas nos períodos da manhã e da tarde.

Eles aprendem sobre Lei Orgânica do Município, empreendedorismo, comportamento humano, além de orientações profissionais. Para a professora do curso, a psicóloga da Prefeitura de Macaé, Daiane Cruz, as aulas irão contribuir para eles aprimorarem os trabalhos e ampliarem a visão do mercado de trabalho.

- Também desenvolverão quesitos em prol de uma maior compreensão da sociedade, do próximo e de si mesmos, por meio desse curso - avalia a psicóloga.

Nova Vida

O Programa Nova Vida atende adolescentes com idades entre os 14 e 17 anos e 11 meses. No contra-turno da escola, eles têm a oportunidade de vivenciar e desenvolver trabalhos educativos, numa iniciação profissional de extrema importância.

Os jovens aprendizes atuam em setores da prefeitura e em órgãos federais, sempre na área administrativa. O lema do programa "Incluir para capacitar" e tem como base a Lei Municipal 2.606/2005.

Vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social, Direitos Humanos e Acessibilidade, o Nova Vida mantém parcerias com o setor de informática da Secretaria de Educação, além de cooperação e associação com a Faculdade Salesiana, com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e com a Secretaria Adjunta de Qualificação Profissional.

O programa funciona há 26 anos em Macaé. Os jovens recebem meio salário mínimo por mês. Esta é uma oportunidade na qual aprendem a trabalhar, sendo, assim, incluídos socialmente, além de terem a cidadania valorizada. Os integrantes são de famílias em vulnerabilidade social e a remuneração no fim do mês representa uma ajuda aos pais e responsáveis que arcam com a despesa da casa.

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